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Domingo, Julho 30, 2006




OLA

ESTOU AQUI PARA AVISAR QUE VOU DAR UM TEMPO.
UM TEMPO BREVE.
UM TEMPO PARA COLOCAR AS COISAS NOS SEUS DEVIDOS LUGARES.

MEU BEIJO COM MUITO RESPEITO PELA DEDICAÇÃO E CARINHO DE TODOS VCS.


ATÉ BREVE

Vi.

Vida


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Terça-feira, Julho 25, 2006


Vida


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Quinta-feira, Julho 13, 2006




Ela gozava de todas as maneiras.
Gozava se eu lhe beijasse as ancas,
Gozava se eu roçasse a barba no seu ombro,
Gozava com minha língua em sua orelha
Ou boca,
Gozava com a planta do pé
E até por telefone gozava.
Quando eu a penetrava, então,
Na frente ou atrás,
Era uma catadupa de gemidos e gritos.
Vê-la gozar era o meu gozo.
E eu gozava gozando
O gozo que era meu
No interminável gozo dela.

Affonso Romano de Sant'Anna

Vida


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Quarta-feira, Julho 12, 2006





O amor que eu nunca fiz tinha cheiro de pecado
Tinha um monte de carinhos guardados
Tinha início num simples beijo
Que terminava envolto em milhões de desejos.
O amor que eu nunca fiz era criança
Era alucinado e acalorado
Depois virou adolescente e carente
Mais tarde, um senhor triste e empalhado
Escondido dentro do passado.

O amor que eu nunca fiz tinha cheiro de jasmim
Perfume de alecrim, a cor da aurora
Teria sido um instante de glória
Talvez o começo de uma história.
Chamava por mim...sempre foi assim...
No silêncio da madrugada em alguma hora encantada...
Ele era fantasiado de alegria escondido atrás da agonia.
Quente e louco, perturbado e indisciplinado
Era medroso, cheio de angústias
Partículas de tormentos, cheio de instantes e momentos.

O amor que eu nunca fiz me chamava, me enfeitiçava
Tentava me levar ao final da estrada
Mas minha fuga sempre era alucinada
Fuga de lágrimas, sem palavras.

O amor que eu nunca fiz era gelado, frio e molhado
Doce e salgado fugitivo e enraizado
Seco e atormentado, imperfeito e arruinado.
O amor que eu nunca fiz...
Me deixou marcas por toda parte
Por cada pedaço do meu corpo
Nos lábios e no rosto
No peito e na emoção
Na saudade e no coração.
Fugiu de mim

E sempre vai ser assim
Porque o amor que eu nunca fiz
Riu quando eu não quis
Embora eu saiba que dentro do seu coração
Ficou um vácuo, uma ilusão
Uma estranha sensação...
Mas o amor que eu não fiz ainda me atormenta
Ainda me alimenta, ainda não se satisfaz
Ainda não é capaz.
O amor que eu nunca fiz
De certa forma eu já fiz
Quando olhei nos seus olhos
Quando beijei a sua boca



Quando fiquei completamente louca
Quando nas noites de verão peguei na sua mão
Quando o seu corpo encostou no meu
E enlouquecida eu quis o seu.
O amor que eu nunca fiz abriu-me uma porta
Iniciou uma história de derrota e de glória
De despedida e partida, de amizade sofrida
De paixão, amor e dor.
O amor que eu jamais fiz foi nosso peso
Foi nossa medida, nosso pesadelo
E nossa dívida foi nosso desespero
E ficou sendo também o nosso segredo.
O amor que eu nunca fiz foi justamente, de todos...
...o que eu mais quis!

(Silvana Dubok)

Vida


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Domingo, Julho 09, 2006


Vida


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Domingo, Julho 02, 2006


Vida


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